quinta-feira, 15 de abril de 2010
Fernanda Melchionna e Sofia Cavedom denunciam relação Becker/VERDICOM
Quem quiser escutar o que as vereadoras disseram basta clicar no link abaixo.
http://www.4shared.com/audio/Df2RuSFb/udio_0001.html
terça-feira, 16 de março de 2010
VEREADOR TONI PROENÇA APÓIA OS CAMELÔS
FONTE:http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=22756&codp=1451&codni=3
O Fundo de Fomento ao Camelódromo
A Câmara de Vereadores de Porto Alegre aprovou, dia 15 de março, o projeto que cria o Fundo de Apoio e Fomento ao Centro Popular de Compras, o Camelódromo, um projeto que busca oferecer uma alternativa para que os comerciantes populares lá estabelecidos se desenvolvam enquanto empresários, incrementem estratégias de vendas e empreendam suas atividades com êxito. O projeto aprovado busca possibilitar aos comerciantes populares, às empresas concessionárias dos CPCs e à prefeitura de Porto Alegre uma alternativa sustentável para enfrentar dificuldades interpostas pela troca de modalidade dos comerciantes populares, anteriormente denominados camelôs. Os CPCs são equipamentos novos na cidade e necessitam ser apropriados culturalmente pela população, que habitualmente acorria às bancas de camelôs, anteriormente localizadas no passeio público e, portanto, de mais fácil acesso.
Esse novo quadro tem gerado dificuldades aos comerciantes populares para movimentarem seus negócios e, em consequência, quitarem suas obrigações locatícias e condominiais, impostas por essa nova realidade e que antes, enquanto vendedores de rua, não existiam. Também, em razão do baixo acesso de consumidores em alguns setores do CPC, as vendas se reduziram, inviabilizando os negócios de muitos. Ao persistir essa realidade, a própria existência do Camelódromo, que visa a proporcionar condições dignas de trabalho aos comerciantes populares e, ao mesmo tempo, revitalizar áreas da cidade antes tomadas por camelôs, está ameaçada. Não podemos voltar para trás, com uma cidade tomada de camelôs nas ruas. Uma mudança de cultura desse porte exige alternativas para que o empreendimento dê certo. É um dever da cidade se engajar para que o Camelódromo - tão importante para Porto Alegre, em especial para o comércio do Centro Histórico - dê certo. A criação do fundo de apoio e fomento não é toda a solução, mas é um meio possível para o desenvolvimento dos empreendedores e do próprio empreendimento.
Acordo pode ter sido desfeito na calada da noite pelo secretário Cecchin
Smic pode ter fechado nesta noite bancas inadimplentes do Camelódromo
Informação ainda não foi oficialmente confirmada
A Secretaria Municipal da Indústria, Comércio e Produção (Smic) pode ter interditado, por volta das 22h, as seis bancas cujos proprietários permaneciam inadimplentes na ala B do Shopping do Porto Camelódromo, no Centro de Porto Alegre. O titular da Pasta, Idenir Cechin, não descartou, nem confirmou que a operação tenha ocorrido. O fiscal responsável pelo trabalho não atendeu às ligações da reportagem da Guaíba.
Para o representante dos comerciantes, Juliano Fripp, a suposta ação, fora do horário comercial, configurou um "desrespeito" a dois acordos: um firmado, nessa tarde, com base no projeto aprovado na Câmara criando uma espécie de fundo de caixa para permitir aos inadimplentes recorrer a linhas de crédito, e outro negociado, ainda na semana passada, com o secretário municipal de Gestão, Clóvis Magalhães. "A este último, a Prefeitura sequer nos deu resposta", criticou.
Fonte: Rádio Guaíba
segunda-feira, 15 de março de 2010
COMPROMISSO POLÍTICO-JURÍDICO NEGOCIADO ENTRE A SMIC, A EMPRESA VERDICOM E O REPRESENTANTE DAS/OS COMERCIANTES POPULARES NO COMITÊ GESTOR DO CHAMADO CAMELÓDROMO.
domingo, 14 de março de 2010
CLÁUDIO BRITO COMENTA A SITUAÇÃO DOS CAMELÔS DE POA
Clique no link abaixo e confiram o comentário de Cláudio Brito que diz tudo aquilo que é verdadeiro, dito por uma pessoa que estudou muito nosso assunto e deduziu que estamos certos e que precisamos de ajuda.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?contentID=104747
sábado, 13 de março de 2010
Acerto sobre as dívidas no Camelódromo fica para a semana que vem
Encontro na Secretaria Municipal de Gestão foi marcado para segunda-feira
Conforme o representante do grupo, Juliano Fripp, o adiamento vai servir para os ajustes finais do texto a ser assinado entre os lojistas, Prefeitura e a Verdi, empresa responsável pela administração do Shopping do Porto. Na proposta, ficam determinados o pagamento dos aluguéis atrasados de janeiro e fevereiro deste ano e a prestação das parcelas de 2009.
A concessionária admite concordar com os termos desde que eles sejam fixados dentro de um Termo de Ajuste de Conduta, com o aval do Ministério Público. Os boxes fechados pela Smic foram reabertos.
Fonte: Rádio Guaíba
sexta-feira, 12 de março de 2010
IMPRENSA REGISTRA OS ACONTECIMENTOS NO CAMELÓDROMO
FONTE: RÁDIO GAÚCHA E ZEROHORA.COM
BM admite que pode ter havido exagero em ação policial no Camelódromo da Capital
Confusão ocorreu devido à reclamação de camelôs inadimplentes durante interdição
Segundo Woloszyn, o caso será apurado pela corporação:
— Estamos avaliando uma notícia sobre a utilização de um bastão por parte de um dos nossos policiais militares em defesa de funcionários da Secretaria.
Cerca de 20 pessoas foram até a prefeitura de Porto Alegre, onde houve uma manifestação. Os inadimplentes tiveram uma reunião com o secretário de Gestão da Capital, Clóvis Magalhães. Eles terão até amanhã ao meio-dia para apresentar proposta de renegociação da dívida.
Fiscais da Smic interditaram três bancas. Houve reação dos camelôs e pelo menos um comerciante teria ficado ferido em confronto com a BM. O representante do comitê gestor do Camelódromo, Juliano Fripp, diz que foi registrado, no Palácio da Polícia, boletim de ocorrência contra a fiscalização da Smic e a BM por agressão e racismo.
A Smic também registrou ocorrência na BM por desobediência contra três pessoas por desrespeitarem a portaria de interdição de três lojas. Segundo a Secretaria, os lacres foram violados e as bancas reabertas sem autorização, contrariando medida judicial.
Comentários
jair da silva leal
Denuncie este comentário11/03/2010 20:37Interdição de bancas provoca confusão no Camelódromo da Capital
Entre sete e 11 pontos de vendas devem ser fechados hoje pela Smic por falta de pagamento de aluguel
Segundo o assessor de imprensa da Smic Ocimar Pereira, os responsáveis pelas bancas não pagaram nenhum aluguel ao longo de um ano e estão devendo, em média, R$ 8 mil cada.
— A inadimplência é mínima. De 800 bancas são apenas essas que dão problemas. Demos vários prazos para o pagamento e o último encerrou na segunda-feira. Mesmo assim, a Smic foi tolerante e deu mais uma chance até hoje. Cinco deles ainda acertaram parte da dívida, mas o restante não pagou nada — disse ele.
De acordo com Pereira, as bancas serão lacradas e os donos terão prazo de cinco dias para quitar a dívida. Se o pagamento não ocorrer, suplentes devem ser chamados em breve para ocupar os espaços.
Contraponto
O representante do comitê gestor do Camelódromo, Juliano Fripp, critica a ação da Smic e da BM, que classificou como "arbitrária e inconsequente". Segundo ele, o secretário da Smic, Idenir Cecchim, havia feito um acordo com os camelôs inadimplentes para o pagamento de dois meses e mais R$ 100 mensais até quitar o restante da dívida.
— O acordo não foi cumprido e Brigada ainda veio para bater em companheiros. Um camelô foi atingido por cassetete e machucou o braço. Vamos fazer exame de corpo delito e prestar queixa — disse Fripp, que organiza um protesto da categoria na frente da prefeitura nesta tarde.
Vinte bancas do Camelódromo de Porto Alegre serão interditadas
Espaços teriam sido alugados ou vendidos, prática considerada ilegal
Júlio de Castilhos e Mauá. A reportagem do Diário Gaúcho mostrou que esses boxes não estão mais com os proprietários de origem. Os espaços que oferecem livros, bíblias, CDs, DVDs e adesivos de cunho religioso teriam sido alugados ou vendidos, no final do ano passado, para um homem identificado apenas como Luís Neves.
quinta-feira, 11 de março de 2010
MINISTÉRIO PÚBLICO DENUNCIA: VERDICOM TEM LIGAÇÕES COM A ULBRA
quinta-feira, 14 de maio de 2009
SAIU EM www.zerohora.com
A administração pública no Brasil se fragiliza por muitas razões. A primeira delas é a corrupção endêmica um fenômeno que, a par de todas as denúncias, segue subestimado. A segunda é a colonização do Estado pelos partidos; processo que torna a ideia de interesse público uma miragem e dissemina a incompetência. Pode-se acrescentar muitas mazelas à lista, mas quero chamar a atenção para dois problemas crônicos: a ausência de diagnósticos amparados por evidências e a falta de monitoramento e avaliação das políticas públicas. No Brasil, os governantes comprometem nosso dinheiro em projetos formulados sem base científica (atuando por intuição, por oportunismo eleitoral e sendo dirigidos por demandas corporativas) e sem que seus resultados sejam minuciosamente escrutinados por organismos independentes. Por isso, não sabemos qual a efetividade dos programas e o que temos de informação sobre eles não é informação, é marketing. Com uma ou outra exceção como na saúde pública, por exemplo , esta tem sido a regra que produz o desperdício. O problema está ligado a uma matriz cultural e transcende as fronteiras político-ideológicas. Na hora de gastar mal o dinheiro do contribuinte, esquerda e direita são irmãs siamesas.
Não chegamos a este resultado ontem, é claro. Como disse Nelson Rodrigues, não se faz uma nação subdesenvolvida da noite para o dia; é preciso séculos. Neste amadurecimento histórico em direção ao lugar nenhum, o problema não é apenas do Estado. As tradições culturais mais fortes da brasilidade não manifestam pela ciência qualquer apreço e guardam da democracia uma razoável distância. Inimigas viscerais do humanismo e sempre próximas da violência, são estas tradições as que encontramos ancoradas no senso comum – lugar onde, aliás, o passado é sempre presente.
Tomem qualquer debate em curso e observem como as posições se alinham. Alguém apresenta uma proposta (por exemplo: privatizar presídios, monitorar presos eletronicamente, fechar escolas do MST, gratificar os professores por produtividade, cadastrar torcedores etc.). Defensores e opositores, então, esgrimam suas posições. O que são elas? Opiniões. Quem apresenta evidências? Quem faz cálculos? Quem discute os custos de oportunidade? Quem apresenta resultados de pesquisas? Quase ninguém. O debate, por isso mesmo, se transforma em um ritual no qual os envolvidos não se escutam. Nem poderiam, vez que as afirmações que fazem são metafísicas e seus argumentos têm improvável valor de troca.
A imprensa, aqui, poderia ser decisiva, exigindo dos governos que seus diagnósticos, programas e base de dados se tornem públicos; e que tudo o que se faz com o dinheiro público seja avaliado. Poderia, por exemplo, solicitar que o governo do Estado mostrasse seu programa de segurança pública. Os vendedores de ilusão, então, seriam identificados; os maus gestores demitidos, e aprenderíamos, todos, com nossos próprios erros. Utopia? Penso que não. “Civilização” é a palavra.*Jornalista
sexta-feira, 10 de abril de 2009
SAIU EM www.diariodecanoas.com.br
Local, que abriga 800 comerciantes populares, vai funcionar das 9 às 20 horas.
Porto Alegre - Uma boa opção para as compras de Páscoa no próximo domingo, será o Centro Popular de Compras da Praça Rui Barbosa. O já consagrado Camelódromo, que abriga 800 comerciantes populares, licenciados pela Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), vai funcionar das 9 às 20 horas. Em diversos pontos de venda haverá promoções na comercialização de ovos, bombons, balas e chocolates de marcas consagradas no segmento.Os estandes também estarão oferecendo diversos artigos de fabricação própria em sintonia com a moda exibida nas novelas e do mercado de vestuário em geral. Na última semana, mais de 60 modelos escolhidas no interior do CPC realizaram um desfile de modas mostrando as novas tendências. As mercadorias contemplam todos os gostos e gêneros.